quarta-feira, 6 de maio de 2015

Eleição para reitor e vice-reitor na UFVJM Chapa 4 !Dialogar para Integrar"

No dia 11 de maio de 2015 (próxima segunda-feira) será a eleição para reitor e vice-reitor na nossa UFVJM. 
Assim, aproveito a oportunidade para dizer que o diálogo realizado entre a Chapa 4 - Dialogar para Integrar - e os segmentos da Comunidade Acadêmica (discentes, técnicos e docentes) de todos os campi da UFVJM, possibilitou a apresentação de propostas e a construção do Plano Participativo de Gestão. O plano está baseado em princípios norteadores e propostas que contemplam treze temas de interesse direto da administração da UFVJM. Trata-se de um “Plano de Estado”, repleto de propostas que irão promover mudanças necessárias e duradouras na administração da UFVJM.

Facebook: chapa4ufvjm (https://www.facebook.com/home.php)
Site: https://sites.google.com/site/chapa4ufvjm/home.

Os eixos centrais da proposta que permeiam todos os grandes temas são: consolidação e melhoria dos processos internos; reorganização e transparência (construção do organograma e fluxograma, nivelamento de funções gratificadas por cargos), descentralização administrativa e orçamentária (vice-reitoria no campus do Mucuri, orçamento participativo, autonomia financeira da pró-reitorias e direções, construção da infraestrutura dos campi fora de sede), humanização dos campi (espaços de convivência, projeto paisagístico e de arborização, projeto luminotécnico, atividades culturais e esportivas), valorização dos servidores (acolhimento do servidor, rearranjo e redistribuição da força de trabalho, qualificação e capacitação, relação discente/servidor TA de 15/1, TA substituto, jornada de trabalho) e foco nos estudantes (fortalecimento da assistência estudantil, assistência pedagógica, priorização da construção dos restaurantes, moradias, bibliotecas, espaços de convivência, gestão do transporte coletivo).

Abaixo listamos 10 motivos que credenciam a Chapa 4 como sendo a mais preparada e capaz para assumir a reitoria da UFVJM:

1. Não vendemos sonhos e sim disposição para o trabalho, experiência e conhecimento da Universidade;

2. Somos contra a distribuição antecipada de Cargos de Direção (CDs) e Funções Gratificadas (FGs)

como forma de ampliar a base de apoio da chapa nas eleições. Não vamos lotear a UFVJM e nem

transformá-la num balcão de negócios;

3. Durante as reuniões e debates, não utilizamos de recursos de oratória e persuasão. Não

apresentamos falas ensaiadas e teatrais. Apresentamos propostas e fomentamos debates

verdadeiros sobre os principais desafios da UFVJM;

4. Somos a única chapa que vem enfatizando a necessidade de se abrir a caixa preta do orçamento da

Universidade, para promover a divulgação da distribuição de recursos e a transparência;

5. Construímos o mais completo Plano Participativo de Gestão (Compare!!), que contou com a opinião de representantes de todas as categorias e de todos os campi;

6. Somos multi-campi! Temos o compromisso de levar a vice-reitoria para o campus Mucuri e ampliar a autonomia administrativa dos campi Janaúba e Unaí;
7. Na alocação futura dos recursos financeiros, definimos de maneira clara as nossas prioridades:

assistência estudantil e finalização das estruturas que mais impactam a vida acadêmica dos alunos

(moradias, restaurantes e bibliotecas);

8. Os nossos candidatos não apenas demonstram grande vivência acadêmica, mas também, perfil

administrativo. Isso é fundamental para as tarefas na reitoria: organização de equipes, coordenação

de ideias, acompanhamento de prazos, promoção de debates, entre outras;

9. Temos apoio incondicional dos setores que trabalhamos na UFVJM (PRPPG e ICET-TO). Isso é reflexo do nosso profissionalismo, respeito e capacidade de diálogo;

10. Somos a chapa mais preparada e apresentamos não apenas o que pretendemos fazer, mas também,

tudo o que já fizemos pela UFVJM.

Sua participação é fundamental para a definição dos rumos da UFVJM. Chapa 4 – Dialogar para Integrar.

Vamos todos Juntos!!!

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Questões sobre ultrassom terapêutico (UST)

1-Quais são as duas situações que geram cavitação instável? Justifique e exemplifique.

2-Quais são as contra indicações para a aplicação do UST?


Caso clínico:

AC é uma mulher de 20 anos, estudante universitária. Ela sofreu ruptura completa de tendão calcâneo esquerdo 6 semanas atrás enquanto jogava voleibol, e o tendão reparado cirurgicamente 2 semanas depois. Ela foi encaminhada à fisioterapia com o objetivo de retornar à prática esportiva o mais rápido possível, livre de dor. Ela referiu discreto desconforto no local da incisão cirúrgica que aumenta quando anda. Sua perna ficou em uma tala gessada e AC andou sem descarga de peso sobre a perna esquerda, usando auxílio bilateral de muletas, durante 4 semanas no pós-operatório. A tala foi removida ontem, e ela foi instruída a andar realizando descarga parcial de peso de acordo com a tolerância, usando “bota” de salto. Ela foi instruída a evitar corridas e saltos por mais 6 semanas.
Nos testes e medidas, a paciente apresentou restrição de ADM passiva para dorsiflexão de -15º na perna esquerda comparados com +10º na direita. Há também leve edema, rigidez e vermelhidão na área da incisão cirúrgica e atrofia da panturrilha esquerda.  Todas as demais medidas estão dentro dos limites de normalidade.
Perguntas:
1.     O que o edema, a rigidez e o eritema indicam?
2.     Como o ultrassom pode ajudar esta paciente?
3.     Que contra-indicações deveriam ser verificadas antes de aplicar o ultrassom nesta cliente?

4.     Descreva a técnica, parâmetros ajustáveis, cuidados a serem tomados e posicionamento durante a aplicação da técnica.  

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Debate dos candidatos a reitor e vice-reitor da UFVJM

A Comissão Eleitoral de Consulta à Comunidade Universitária para a escolha da nova Reitoria da UFVJM, mandato 2015-2019, informa que o 1º debate entre os candidatos, marcado para o dia 17 de abril, das 19 às 22 horas, no Anfiteatro do Campus I, contará com a presença das seguintes chapas:
Chapa 1
Reitor: Tânia Regina Riul
Vice-Reitor: Santúsia Nunes Rabelo
Chapa 2 - “UFVJM Presente: tempo de diálogo e concretização”
Reitor: Donaldo Rosa Pires Júnior
Vice-Reitor: Maria de Lourdes Santos Ferreira
Chapa 3 - “Novos tempos”
Reitor: Gilciano Saraiva Nogueira
Vice-Reitor: Cláudio Eduardo Rodrigues
Chapa 4 - “Dialogar para Integrar”
Reitor: Alexandre Christófaro Silva
Vice-Reitor: Carlos Henrique Alexandrino

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Eleições para reitoria UFVJM - Chapa 4 Dialogar para Integrar

Depois de 8 meses de muito trabalho, a chapa 4 tem o prazer de apresentar a primeira versão do Plano Participativo de Gestão. A universidade será do tamanho de nossos sonhos!! Dialogar para Integrar! Vamos todos Juntos!!!!
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Plano Participativo de Gestão: Clique aqui 

terça-feira, 14 de abril de 2015

Diatermia - caso clínico e questão discutida em sala de aula

Dentre as contraindicação para uso de Diatermia discutidas em sala de aula, explique o por quê de cada uma.

Lesões traumáticas musculoesqueléticas agudas
Áreas com isquemia
Áreas com redução de sensibilidade para dor e temperatura
Áreas com fluidos aumentados
Derrame articular
Sinovite
Olhos e lentes de contato
Roupas muito úmidas
Malignidades
Infecções
Área pélvica durante menstruação
Testículos
Gravidez
Placas epifisárias em adolescentes
Implantes metálicos, marcapasso cardíaco não protegido
Dispositivos intra-uterinos
Relógios e jóias

Estudo de caso 1. Capsulite Adesiva
 
AL é professora de 45 anos de idade. Ela foi diagnosticada com capsulite adesiva no ombro direito e foi encaminhada à fisioterapia. Ela relata rigidez no ombro, com sensação de aperto no final do movimento. Embora consiga realizar a maior parte de suas atividades instrumentais de vida diária, ela relata dificuldade para alcançar coisas altas o que interfere no alcance de objetos em prateleiras altas e tem dificuldade ao vestir roupas apertadas.
O exame objetivo revela restrição de ADM ativa e passiva no ombro direito e restrição passiva glenoumeral de articulação inferior e no deslizamento posterior. Todos os outros testes, incluindo limite de movimentação cervical e de cotovelo, força e sensação das extremidades superiores estavam dentro dos limites de normalidade.
ADM ombro:
Ativa
D
E
Flexão
120º
170º
Abdução
100º
170º
Mão atrás das costas
Direita 5 polegadas abaixo da esquerda
Passiva
 
 
Flexão
130º
175º
Abdução
110º
175º
Rotação interna
50º
80º
Rotação externa
10º
80º
 
Acredita-se que a perda da movimentação ativa e passiva da articulação associada à capsulite adesiva seja resultante da aderência e da perda do comprimento da cápsula da articulação póstero-inferior.
 
Quais são os objetivos de tratamento para essa paciente?
 
Que tipo de diatermia seria a mais apropriada?
 
Como seria o melhor posicionamento da paciente durante o tratamento?
 
Quais parâmetros (dose, tempo de tratamento) e técnica utilizada para a terapia?
 
O que deveria ser feito além da diatermia?
 
Qual (is) parâmetro(s) o fisioterapeuta deveria utilizar para acompanhar a evolução do quadro?    

terça-feira, 7 de abril de 2015

Questões para serem entregues juntamente com caso clínico de Termoterapia Superficial por Calor

1-Com a termoterapia superficial por calor é possível reduzir o espasmo muscular? Explique.


2-O espasmo muscular pode ser reduzido tanto por termoterapia superficial por calor quanto por termoterapia profunda por calor (aquecimento do músculo). Explique neurofisiologicamente o efeito de ambas as terapias na diminuição do espasmo.



3-Porque a parafina é uma melhor modalidade se comparado com bolsa de água quente?

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Termoterapia superficial por calor

Exame: LH é uma mulher de 67 anos de idade que procurou o serviço de fisioterapia para avaliação e tratamento por apresentar diagnóstico de artrose das mãos. Ela acusa rigidez e dor em todas as articulações dos dedos, o que dificulta segurar utensílios de cozinha e realizar outras atividades domésticas, além de dor ao escrever. Ela relata que esses sintomas tem piorado nos últimos 5 anos e se intensificaram no mês passado desde que suspendeu o uso de anti-inflamatórios não esteroidais devido a efeitos gástricos colateriais.
Teste e Medidas: O exame revela rigidez e ADM de flexão restrita das articulações interfalangianas proximais dos dedos 2 a 5 a aproximadamente 90 graus e ligeiro desvio ulnar nas articulações carpometacarpianas bilateralmente. As articulações não se apresentam quentes ou edematosas, e a sensibilidade está inalterada em ambas as mãos.
Responda
1.       Essa condição é aguda ou crônica?
2.       Quais seriam os objetivos para o tratamento desse paciente?
3.       O que deve ser considerado antes do uso de calor em um paciente com condição inflamatória?
4.       Quais contra-indicações deverão ser verificadas antes do uso do recurso?
5.       Que tipos de termoterapia seriam adequadas para esta paciente (descrever a técnica de aplicação, posicionamento do paciente, tempo de aplicação, cuidados a serem tomados e orientações)?

6.       Quais tipos seriam inadequadas?