quarta-feira, 3 de agosto de 2016
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
Princípios Básicos de Eletricidade
Definição de modalidades elétricas: “Capacidade de receber a corrente elétrica por meio de uma tomada de parede e transformá-la para produzir efeito fisiológico desejado no tecido biológico”.
Definição de corrente elétrica: Conjunto de cargas positivas ou negativas em movimento. Unidade de medida (Ampére – A) → Indica a taxa de fluxo de elétrons (intensidade). Para que a corrente elétrica flua devem existir → Transportadores de carga na matéria (elétrons – metais / íons – soluções eletrolíticas) e Força eletromotriz (voltagem / Unidade = Volts).
Tipos de correntes elétricas:
• Corrente contínua (polarizada) → Cargas se movem sempre em uma mesma direção. Promove mudanças eletroquímicas sob os eletrodos. Utilizada para iontoforese. Promove efeito bioestimulante sobre células não-excitáveis. Pode ser utilizada para estimulação de pontos motores ou nervos periféricos.
• Corrente alternada (despolarizada) → Há a inversão da polaridade em intervalos regulares de tempo. Ideal para atividade excitomotora. Produz formas de ondas que têm 2 fases em cada pulso.
• Trens de pulso ou “burst” → Grupos de pulsos interrompidos por pequenos períodos de tempos e se repetem em intervalos regulares. Usada em corrente “Russa”.
Representação gráfica da corrente elétrica produzida pelo aparelho eletroterapêutico:
Pulsos e Fases do fluxo de corrente:
Eletrodos – primeiro ponto de resistência para as terapias com correntes elétricas.
Tipos de eletrodos:
Metálicos, de chumbo ou alumínio (C, D)→ Alumínio : menos corrosivo. Apresentam resistência na interface eletrodo-pele. Necessidade de esponja umedecida. Uso: correntes polarizadas
Silicone-carbono (B) → Uso causa alterações nos íons carbono. Necessidade de uso de gel condutor. Uso: correntes despolarizadas.
Auto-adesivos (A) → Perde a condutividade com o tempo. Uso: correntes despolarizadas.
Posicionamento dos eletrodos:
Longitudinal Transversal
Tamanho dos eletrodos:
• Técnica monopolar → Densidade sob o eletrodo menor é aumentada. Ênfase no local a ser tratado.
• Técnica bipolar → Utilização de 2 eletrodos de tamanhos iguais. Distribuição uniforme da corrente pela superfície do segmento a ser tratado.
Colocação dos eletrodos:
Sobre ou ao redor da área dolorosa
Sobre os dermátomos que correspondem à área doloroso
Próximo à medula que inerva área dolorosa
Sobre nervos periféricos que inervam a área dolorosa
Sobre estruturas vasculares superficiais
Sobre pontos motores
Dermátomos:
Miótomos de membros inferiores:
L2 – Psoas e adutores de quadril (flexão de quadril)
L3 - Psoas e quadríceps (atrofia coxa - extensão joelho)
L4 – Tibial anterior e extensor do hálux (dorsiflexão de tornozelo)
L5 – Extensor do hálux / fibulares / glúteo médio / dorsiflexão tornozelo (atrofia panturrilha – extensão hálux)
S1 – Panturrilha e posterior da coxa / atrofia glúteos / fibulares / flexores plantares (flexão plantar tornozelo / eversão tornozelo / extensão quadril)
S2 – Similar S1 exetuando fibulares
Modulações da corrente: Qualquer alteração que se faça na corrente original.
Tipos de modulação:
Variações de amplitude → modulações na amplitude de pico de uma série de pulsos.
Variações de freqüência de pulso variações cíclicas no número de pulsos aplicados por unidade de tempo.
Trens de pulso (Burst) → Repetição seqüencial de uma série de pulsos. Comum em estimulações excitomotora por minimizar a fadiga. Burst + Modulação em amplitude - contração mais agradável.
Modulação VIF (variação na freqüência e intensidade) → Utilizadas nas correntes empregadas em longos períodos de estimulação. Consegue-se retardar a ACOMODAÇÃO.
Freqüência das correntes:
Correntes de baixa freqüência → < 1000 Hz (< 250 Hz)
Correntes alternadas de média freqüência → 1000 a 4000 Hz (moduladas em baixa freqüência: ~50 Hz para contração muscular)
Freqüência das correntes com suas respectivas ações:
Estrutura estimulada Freqüência (Hz)
Nervos simpáticos 0-5
Músculo não-estriado 0-10
Nervos parassimpáticos 10-150
Nervos motores 10-50
Nervos sensoriais 90-110
Parâmetros ajustáveis:
Características do pulso → Freqüência do pulso. Amplitude da corrente. Largura do pulso. Intervalo do interpulso.
Eletrodos → Tipo. Distância. Posicionamento. Tamanho.
Características da corrente elétrica → Tipo de corrente. Formas de onda. Modulações.
Tempo total de terapia.
Contra-indicações gerais para estimulação elétrica:
Usuários de marcapasso cardíaco
Cardiopatas
Utilização sobre vasos sanguíneos trombóticos ou embolíticos
Vasos vulneráveis à hemorragia
Área abdominal de gestantes
Sobre seios carotídeos
Alterações de sensibilidade sem estratégias seguras
Indivíduos com dermatite e sobre pele danificada
Tecidos neoplásicos
Estado febril
Infecções em geral
Dor não-diagnosticada (a menos que seja recomendada por profissional)
Referências Bibliográficas:
Cameron, M.H. Agentes físicos na reabilitação – da pesquisa à prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 3º edição, 2009.
Guirro, E; Guirro, R. Fisioterapia dermato-funcional-fundamentos, recursos e patologias. São Paulo: Manole, 2004.
Kitchen, S.; Bazin, S. Eletroterapia prática baseada em evidência. São Paulo: Manole, 2003.
Prentice, W.E. Modalidades terapêuticas para fisioterapeutas. Porto Alegre: Artmed, 2º edição, 2004.
Definição de corrente elétrica: Conjunto de cargas positivas ou negativas em movimento. Unidade de medida (Ampére – A) → Indica a taxa de fluxo de elétrons (intensidade). Para que a corrente elétrica flua devem existir → Transportadores de carga na matéria (elétrons – metais / íons – soluções eletrolíticas) e Força eletromotriz (voltagem / Unidade = Volts).
Tipos de correntes elétricas:
• Corrente contínua (polarizada) → Cargas se movem sempre em uma mesma direção. Promove mudanças eletroquímicas sob os eletrodos. Utilizada para iontoforese. Promove efeito bioestimulante sobre células não-excitáveis. Pode ser utilizada para estimulação de pontos motores ou nervos periféricos.
• Corrente alternada (despolarizada) → Há a inversão da polaridade em intervalos regulares de tempo. Ideal para atividade excitomotora. Produz formas de ondas que têm 2 fases em cada pulso.
• Trens de pulso ou “burst” → Grupos de pulsos interrompidos por pequenos períodos de tempos e se repetem em intervalos regulares. Usada em corrente “Russa”.
Representação gráfica da corrente elétrica produzida pelo aparelho eletroterapêutico:
Pulsos e Fases do fluxo de corrente:
Eletrodos – primeiro ponto de resistência para as terapias com correntes elétricas.
Tipos de eletrodos:
Metálicos, de chumbo ou alumínio (C, D)→ Alumínio : menos corrosivo. Apresentam resistência na interface eletrodo-pele. Necessidade de esponja umedecida. Uso: correntes polarizadas
Silicone-carbono (B) → Uso causa alterações nos íons carbono. Necessidade de uso de gel condutor. Uso: correntes despolarizadas.
Auto-adesivos (A) → Perde a condutividade com o tempo. Uso: correntes despolarizadas.
Posicionamento dos eletrodos:
Longitudinal Transversal
Tamanho dos eletrodos:
• Técnica monopolar → Densidade sob o eletrodo menor é aumentada. Ênfase no local a ser tratado.
• Técnica bipolar → Utilização de 2 eletrodos de tamanhos iguais. Distribuição uniforme da corrente pela superfície do segmento a ser tratado.
Colocação dos eletrodos:
Sobre ou ao redor da área dolorosa
Sobre os dermátomos que correspondem à área doloroso
Próximo à medula que inerva área dolorosa
Sobre nervos periféricos que inervam a área dolorosa
Sobre estruturas vasculares superficiais
Sobre pontos motores
Dermátomos:
Miótomos de membros inferiores:
L2 – Psoas e adutores de quadril (flexão de quadril)
L3 - Psoas e quadríceps (atrofia coxa - extensão joelho)
L4 – Tibial anterior e extensor do hálux (dorsiflexão de tornozelo)
L5 – Extensor do hálux / fibulares / glúteo médio / dorsiflexão tornozelo (atrofia panturrilha – extensão hálux)
S1 – Panturrilha e posterior da coxa / atrofia glúteos / fibulares / flexores plantares (flexão plantar tornozelo / eversão tornozelo / extensão quadril)
S2 – Similar S1 exetuando fibulares
Modulações da corrente: Qualquer alteração que se faça na corrente original.
Tipos de modulação:
Variações de amplitude → modulações na amplitude de pico de uma série de pulsos.
Variações de freqüência de pulso variações cíclicas no número de pulsos aplicados por unidade de tempo.
Trens de pulso (Burst) → Repetição seqüencial de uma série de pulsos. Comum em estimulações excitomotora por minimizar a fadiga. Burst + Modulação em amplitude - contração mais agradável.
Modulação VIF (variação na freqüência e intensidade) → Utilizadas nas correntes empregadas em longos períodos de estimulação. Consegue-se retardar a ACOMODAÇÃO.
Freqüência das correntes:
Correntes de baixa freqüência → < 1000 Hz (< 250 Hz)
Correntes alternadas de média freqüência → 1000 a 4000 Hz (moduladas em baixa freqüência: ~50 Hz para contração muscular)
Freqüência das correntes com suas respectivas ações:
Estrutura estimulada Freqüência (Hz)
Nervos simpáticos 0-5
Músculo não-estriado 0-10
Nervos parassimpáticos 10-150
Nervos motores 10-50
Nervos sensoriais 90-110
Parâmetros ajustáveis:
Características do pulso → Freqüência do pulso. Amplitude da corrente. Largura do pulso. Intervalo do interpulso.
Eletrodos → Tipo. Distância. Posicionamento. Tamanho.
Características da corrente elétrica → Tipo de corrente. Formas de onda. Modulações.
Tempo total de terapia.
Contra-indicações gerais para estimulação elétrica:
Usuários de marcapasso cardíaco
Cardiopatas
Utilização sobre vasos sanguíneos trombóticos ou embolíticos
Vasos vulneráveis à hemorragia
Área abdominal de gestantes
Sobre seios carotídeos
Alterações de sensibilidade sem estratégias seguras
Indivíduos com dermatite e sobre pele danificada
Tecidos neoplásicos
Estado febril
Infecções em geral
Dor não-diagnosticada (a menos que seja recomendada por profissional)
Referências Bibliográficas:
Cameron, M.H. Agentes físicos na reabilitação – da pesquisa à prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 3º edição, 2009.
Guirro, E; Guirro, R. Fisioterapia dermato-funcional-fundamentos, recursos e patologias. São Paulo: Manole, 2004.
Kitchen, S.; Bazin, S. Eletroterapia prática baseada em evidência. São Paulo: Manole, 2003.
Prentice, W.E. Modalidades terapêuticas para fisioterapeutas. Porto Alegre: Artmed, 2º edição, 2004.
Próximas aulas de recursos terapêuticos
01/08/2016 - Princípios
gerais em eletroterapia e Analgesia por meio de correntes elétricas: aula
teórico-prática
08/08/2016 - Estimulação
muscular por meio de correntes elétricas: aula teórico-prática
15/08/2016 - Efeitos
da corrente elétrica na cicatrização e iontoforese: aula teórico-prática
22/08/2016 - Prova teórico-prática (60 pontos)
24/08/2016 - Exame especial (Quarta-feira 14h)
terça-feira, 12 de julho de 2016
AULA PRÁTICA PRINCIPIOS ELETROTERAPIA
Obs. Entregar relatório no dia 01 de agosto juntamente com o relatório de laserterapia de baixa potência.
1). Ajustar o equipamento de
eletroterapia (escolha de modalidade terapêutica de baixa frequência) nos
seguintes parâmetros T = 100ms e F = 75Hz.
2). Usar um dos canais de
estimulação e colocar 1 eletrodo no aluno que receberá a eletroestimulação (ex.
região anterior do ante-braço) e o outro na palma da mão.
3). Fazer contato do indicar
com o corpo do colega e aumente a intensidade até sentir a corrente
(formigamento = nível sensorial fraco).
4). Fazer “palpação elétrica”
na área testada buscando pontos de gatilho (ou pontos de acupuntura, ou pontos
motores ou área de inervação sensorial relacionada à dor referida). Você saberá
que encontrou estes pontos de maior sensibilidade elétrica ao perceber mais
corrente passando pelo seu dedo. Esses locais são “pontos de baixa impedância
elétrica” por onde a energia da corrente flui com maior facilidade e, por isso,
são pontos ótimos para estimulação devendo ser utilizados como alvo para
estimulação.
5). Localize e marque 2
pontos e peça ao colega que fale qual a impressão sensorial deixada pela
corrente (Anotar e prestar atenção no tipo de formigamento, se é agradável ou
desagradável).
6). Feito isso, diminua a
frequência (F) para o mínimo que o aparelho permitir (ex. F = 10Hz).
7). Pedir ao colega que
compare com a sensação anterior (Melhor? Pior?).
8). Aumentar a F para 150Hz e
repita o passo anterior (Melhor ou pior que a anterior?).
9). Teste mais 2 frequências
(F = 25Hz, F = 80Hz).
10). Perguntar ao paciente
qual a melhor F e em seguida mude a estimulação para o modo BURST e pergunte
novamente (melhor? Pior?).
11). A estimulação
terapêutica posterior à técnica do dedo deveria ser feita com os eletrodos
colocados sobre os pontos que foram localizados, na frequência e modo que o paciente
preferiu e com a intensidade fixada em nível sensorial forte.
Obs. Caso o colega relata
algum desconforto quando a frequência for aumentada ou reduzida, reduza a
intensidade da corrente.
Eletroterapia
Os estudos de caso que se seguem
demonstram os conceitos da aplicação clínica da estimulação elétrica discutidos
em eletroterapia. Com base nos cenários apresentados, propõem-se uma avaliação
dos achados clínicos e objetivos do tratamento. Em seguida, há uma discussão
dos fatores a serem considerados na seleção da estimulação elétrica como a
intervenção indicada e na seleção dos parâmetros ideais para que a estimulação
elétrica promova progresso rumo aos objetivos do tratamento.
ESTUDO DE CASO 1 - Toracalgia e Cervicalgia
Exame
História: DS é uma jovem mulher
de 28 anos, que foi indicada para fisioterapia com diagnóstico de dor torácica
e cervical. DS queixa-se de aumento gradual da dor no pescoço e trapézio
superior ao longo das últimas seis semanas. Ela relata que sua dor é pior ao
fim do seu dia de trabalho como caixa de supermercado e nota que a dor está
mais frequente e intensa que no mês passado. DS afirma que sua dor aumenta com
o levantamento e transporte de cargas e qualquer rotação do seu pescoço. Ela
teve algumas horas de trabalho reduzidas este mês, por causa do quadro
alérgico. Ela foi avaliada por um clínico e a radiografia da sua coluna
cervical foi negativa. Ela não tem histórias de arritmias e não tem marcapasso.
Testes e Medidas: A paciente
afirma que a intensidade da sua dor cervical é de 6/10. A ADM ativa da sua
extremidade superior está dentro dos limites normais, sua força é de 4+/5
bilateralmente e ela está limitada pela dor no pescoço. Sua força no rombóide e
trapézio superior é de 4-/5 bilateralmente. A rotação do pescoço e a flexão
lateral estão 75% do normal, com a dor bilateralmente. A flexão anterior é desconfortável nos 30%
finais da amplitude. A extensão está dentro dos limites normais. À palpação
existem significantes nódulos no trapézio superior bilateralmente e
pontos-gatilho ao longo da borda medial de ambas as escápulas. DS nega
parestesia ou dormência nas extremidades superiores.
Por que esta paciente é candidata à
estimulação elétrica? O que deve ser incluído no seu programa de tratamento?
Que outros agentes físicos podem ser úteis?
Avaliação,
Diagnóstico, Prognóstico e Objetivos
Avaliação e Objetivos:
·
Estado Atual: Cervicalgia e toralcalgia. ADM
restrita. Diminuição da força do quadrante superior.
- Objetivos:
Controle álgico. Recuperar a ADM cervical normal. Recuperar a força
normal do quadrante superior.
·
Estado Atual: Dificuldade de levantar e
transportar carga.
- Objetivos:
Retornar à capacidade normal de levantar e transportar carga.
·
Estado Atual: Diminuição das horas de trabalho.
- Objetivos:
Executar todas as funções relacionadas ao trabalho e voltar às horas
normais de trabalho.
Diagnóstico funcional: Postura
deficiente.
Prognóstico/Plano de Tratamento:
Esta paciente não parece ter um problema ósseo, devido à normalidade da sua
radiografia e à ausência de parestesia. Os nódulos do seu trapézio e os
pontos-gatilho escapulares indicam uma causa muscular para a sua dor. Em geral,
a TENS é um tratamento indicado para redução da dor. Outros agentes físicos
tais como ultrasson ou gelo, e calor, podem ser usados em conjunto com a
estimulação elétrica. Esta paciente não apresenta contraindicação ao uso da
estimulação elétrica.
Intervenção
Propõe-se que a estimulação
elétrica seja usada para o controle da dor visando analgesia rápida e potente.
Considerar interferencial vetorial (média frequência, despolarizada) e TENS
(baixa frequência, despolarizada) Breve-Intensa.
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INTERFERENCIAL
VETORIAL
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Tipo
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Parâmetros
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Colocação dos eletrodos
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Mecanismo
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Forma de onda
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Frequência de pulso (Hz)
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Largura do pulso (ms)
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Modulação (Modo)
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Amplitude (mA)
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Duração do tratamento (min)
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TENS
BREVE-INTENSA
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Tipo
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Parâmetros
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Colocação dos eletrodos
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Mecanismo
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|
Forma de onda
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| Frequência de pulso (Hz) | |
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Largura do pulso (ms)
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Modulação (Modo)
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|
Amplitude (mA)
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|
Duração do tratamento (min)
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ESTUDO DE CASO 2 – Gonalgia (dor joelho) Medial
Exame
História: VP é uma mulher de 47
anos, faxineira, desenvolveu gonalgia medial 4 meses atrás. A cirurgia de
artroscopia revelou uma ponta de desgaste da superfície troclear do fêmur, que
foi então debridada. VP foi submetida a cirurgia 3 semanas atrás e foi
encaminhada à clínica de fisioterapia para avaliação e tratamento. Ela tem tido
dificuldade para estender sua perna direita e sustentar o peso total à direita
ao caminhar e está incapacitada de trabalhar desde a cirurgia.
Testes e medidas: VP classifica
quadro álgico direito em 8/10. À palpação do joelho direito da paciente, há
ligeiro calor e hipersensibilidade. As incisões estão bem cicatrizadas. O
perímetro no meio da patela direita é de 43 cm e da esquerda de 38 cm. A ADM
articular do joelho direito é de 10 a 50 graus de flexão. VP deambula pequenas
distâncias em casa sem a ajuda de aparelho, mas com o joelho direito em cerca
de 15 a 20 graus de flexão em ortostatismo. Ela apresenta grau 4/5 de força de
quadríceps à direita dentro da ADM possível.
Por que a estimulação elétrica seria uma
boa escolha para esta paciente? Ela tem alguma contraindicação à estimulação
elétrica? Quais são alguns objetivos apropriados?
Avaliação,
Diagnóstico, Prognóstico e Objetivos
Avaliação e Objetivos:
- Estado
atual: Gonalgia à direita, locomoção prejudicada, perímetro aumentado.
- Objetivos:
Controlar a dor no joelho e o edema, aumentar a ADM e aumentar a força.
- Deambulação
limitada e alterada.
- Objetivos:
Retornar à deambulação normal.
- Incapaz
de trabalhar.
- Retorno
progressivo das horas de trabalho.
Diagnóstico: Mobilidade
articular, função motora, desempenho muscular e ADM prejudicados.
Prognóstico/Plano de Tratamento:
A estimulação elétrica neuromuscular é um tratamento apropriado para esta
paciente porque ajuda a gerar um nível de força maior do que a paciente pode
gerar por conta própria. As contrações musculares estimuladas eletricamente
ajudam a paciente a aumentar a força da extremidade inferior e pode auxiliar na
drenagem do líquido ao redor do seu joelho, contribuindo para a melhora funcional.
Esta paciente não tinha contraindicações ao uso de estimulação elétrica.
Intervenção
Para esta paciente, deveria ser
usada a estimulação elétrica de média frequência (corrente russa ou
interferencial heteródina) visto que objetivaremos aumentar a força muscular
principalmente do quadríceps (lado direito).
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CORRENTE RUSSA – corrente despolarizada
com envoltório quadrático de 10 ms
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Tipo
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Parâmetros
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Colocação de eletrodos
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Largura do pulso
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Frequência do pulso
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Tempo On:OFF
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Tempo de rampa de subida/rampa
de descida
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Tempo de terapia
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ESTUDO DE CASO 3 – Entorse lateral (inversão) de Tornozelo
Exame
História: MC é um jovem estudante
de 23 anos. Ele lesionou seu tornozelo durante uma partida de futebol na
escola. Ele foi visto pelo médico ainda em campo e diagnosticado com entorse
lateral de tornozelo grau II. Seu tornozelo foi envolto em gelo e ele foi
enviado ao vestiário para acompanhamento imediato do fisioterapeuta. O paciente
foi orientado a usar muletas sem descarga de peso sobre o tornozelo lesionado
para preservá-lo.
Teste e Medidas: A inspeção
visual mostrou que o paciente mantém seu tornozelo em uma única posição com
extrema hesitação para permitir ao terapeuta mover a articulação. A ADM passiva
revelou restrições em todas as direções. A ADM é mínima. A articulação
talofibular lateral está sensível ao toque, com descoloração indicativa de
hemorragia por toda a face lateral e uma dificuldade para visualizar o maléolo
lateral devido ao edema. A área está quente ao toque e apresenta uma leve
hiperemia. O estudante está saudável e nega história de câncer, diabetes ou
qualquer outro problema de saúde.
Que tipo de processo está ocorrendo no
tornozelo deste paciente? Que tipo de estimulação elétrica seria mais útil? Que
aspectos da lesão do paciente iria resolver? Que outros agentes físicos podem
ser usados junto com a estimulação elétrica?
Avaliação,
Diagnóstico, Prognóstico e Objetivos
Avaliação e Objetivos:
- Estado
atual: quadro álgico no tornozelo esquerdo, edema e ADM diminuída.
- Objetivos:
Controlar o quadro álgico e o edema. Acelerar a resolução da fase de
inflamação aguda. Aumentar a ADM.
- Deambulação
limitada e alterada.
- Objetivos:
Retornar á deambulação normal.
- Incapaz
de jogar futebol.
- Retorno
às partidas de futebol.
Diagnóstico: Mobilidade articular
prejudicada, função motora e desempenho muscular e ADM associada à lesão do
tecido conectivo.
Prognóstico/Plano de Tratamento:
Devido ao mecanismo de lesão, houve um processo inflamatório. A estimulação
elétrica usando a CPAV (corrente pulsada de alta voltagem) deve ser uma escolha
apropriada de tratamento na medida em que ela tem mostrado retardar a formação
de edema durante o estágio inflamatório da lesão e auxilia no processo de
cicatrização tecidual. Não existe nada na história do paciente que sugira uma
contraindicação ao uso de estimulação elétrica.
Intervenção
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CPAV – corrente pulsada de alta voltagem
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Tipo
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Parâmetros
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Colocação de eletrodos
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Frequência do pulso
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| Modo | ||
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Amplitude
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Tempo de tratamento
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LASERTERAPIA BAIXA POTÊNCIA
Laserterapia
de baixa potência
HO é um arquiteto de 38 anos de
idade, portador de artrite reumatóide (AR). Foi encaminhado para a fisioterapia
por causa da rigidez e da dor, particularmente nas articulações das mãos. Em
tratamentos anteriores, ele foi instruído a fazer exercícios de ADM, atualmente
realizados 3 vezes por semana. O trabalho do paciente inclui atividade manual
no uso do computador e desenho dos projetos. Ele julga estar realizando essas
tarefas de forma mais lenta, percebendo dificuldade para realizar alguns
trabalhos de precisão. Demonstra preocupação de que isso afete a sua atividade
laboral.
A medicação de HO abrange ibuprofeno
e metotrexato que proporcionam algum alívio à dor e rigidez das mãos.
Nos testes e medidas, o paciente
aparenta estar saudável de forma geral, embora caminhe de forma bastante
rígida. Ele relata dor nas mãos na intensidade 4/10 em repouso e 7/10n com o
movimento, e que as mãos apresentam rigidez particularmente nas primeiras horas
matinais. A ADM encontra-se reduzida nas articulações de ambas as mãos, com
leve desvio ulnas nas articulações metacarpofalangeanas.
Goniometria
passiva em várias articulações:
·
Flexão interfalangeana do polegar: D
= 80º E = 80º
·
Extensão IF do polegar: D = -20º E =
-20º
·
Flexão da articulação proximal IF do
dedo indicador: D = 90º E = 90º
·
Extensão da articulação proximal IF
do dedo indicador: D = -20º E = -25º
·
Flexão da articulação PIF do dedo
médio: D = 100º E = 90º
·
Extensão da articulação PIF do dedo
médio: D = -20º E = -30º
A força de preensão foi 4/5
bilateral, limitada pela dor e rigidez.
Perguntas:
1. Quais seriam os
objetivos para a laserterapia?
2. Que outras intervenções
(cinesioterapia) deveriam ser consideradas?
3. Quais os cuidados e
precauções antes do uso devem ser verificados antes de aplicar da laserterapia
de baixa potência nesse cliente?
4. Descreva a técnica,
parâmetros ajustáveis, cuidados a serem tomados e posicionamento durante a
aplicação da técnica.
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