terça-feira, 20 de maio de 2014
Úlcera de pressão sacra - caso clínico uso de radiação ultravioleta
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Estudo de caso clínico - Diatermia
Ativa
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D
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E
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Flexão
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120º
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170º
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Abdução
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100º
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170º
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Mão atrás das costas
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Direita 5 polegadas abaixo da esquerda
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Passiva
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Flexão
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130º
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175º
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Abdução
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110º
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175º
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Rotação interna
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50º
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80º
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Rotação externa
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10º
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80º
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segunda-feira, 28 de abril de 2014
Crioterapia e Termoterapia Superfical por Calor: bibliografia a ser lida e caso clínico
segunda-feira, 31 de março de 2014
Conteúdo programático da disciplina Recursos Terapêuticos (01/2014)
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO – RECURSOS TERAPÊUTICOS (01/2014)
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31/03/14
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Apresentação da disciplina, discussão
do cronograma e das formas de avaliação
Controle da temperatura corporal:
homeostase térmica
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07/04/14
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Cronologia do processo inflamatório e
formação de edema
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14/04/14
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Fisiologia da dor
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28/04/14
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Crioterapia: aula teórico-prática
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05/05/14
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Termoterapia superficial por calor e
radiação infra-vermelha: aula teórico-prática
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12/05/14
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Radiação ultra-violeta: aula
teórico-prática
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19/05/14
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Prova
teórica (30 pontos)
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26/05/14
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Diatermia (ondas curtas e microondas):
aula teórico-prática
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02/06/15
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Ultra-som terapêutico: aula teórico-prática
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09/06/14
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Laser de baixa potência: aula teórico-prática
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16/06/14
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Princípios gerais em eletroterapia e Vivência
prática em eletroterapia
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23/06/14
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Analgesia por meio de correntes
elétricas: aula teórico-prática
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30/06/14
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Estimulação muscular por meio de
correntes elétricas: aula teórico-prática
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07/07/14
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Efeitos da corrente elétrica na
cicatrização e iontoforese: aula teórico-prática
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14/07/14
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Prova
teórico-prática (60 pontos)
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21/07/14
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Exame
especial
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10 pontos: casos clínicos e vivência
prática – com a monitora (as questões serão postadas no blog da disciplina e
os alunos deverão entregar relatório com as respostas devidamente assinadas
na aula subsequente).
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- 1 ponto: vivência prática e caso clínico de crioterapia
- 1 ponto: vivência
prática e caso clínico de termoterapia superficial
- 1 ponto: vivência prática e caso clínico de radiação
infra-vermelha
- 1 ponto: vivência prática e caso clínico de diatermia
- 1 ponto: vivência prática e caso clínico de ultra-som
- 1 ponto: vivência prática e caso clínico de laser
- 1 ponto: vivência prática em eletroterapia
- 1 ponto: vivência prática e caso clínico de eletroterapia
visando analgesia
- 1 ponto: vivência prática e caso clínico de eletroterapia
para contração muscular
- 1 ponto: vivência
prática e caso clínico de eletroterapia visando cicatrização
Disponibilidade da monitora:
Segunda: horário de almoço (12 às 14hs)
Terça: horário de almoço (12 às 13hs), pois minha aula de Fisioterapia Preventiva está marcada no Siga as 13hs
Quarta: de manhã e horário de almoço
Sexta: horário de almoço e a tarde
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Exame especial recursos terapêuticos
Horário: 18h.
Local: clínica-escola de fisioterapia.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Entorse lateral (inversão) de Tornozelo
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Equipamento Neurovector V 2.0 – corrente interferencial vetorial
Resumo elaborado pela monitora da disciplina: Marielle Martins de Carvalho
“Corrente Interferencial” é o fenômeno que ocorre quando duas ou mais oscilações são aplicadas simultaneamente em um mesmo ponto. Na terapia interferencial, dois estímulos de corrente alternada de frequência média (4.000 Hz a 4.100 Hz, por exemplo), são aplicados ao mesmo tempo num mesmo ponto. Uma terceira freqüência chamada de “Frequência de Batimento”, “Frequencia de Tratamento” ou “Frequência de Amplitude Modulada (AMF)” é criada onde estes dois estímulos de frequência média se cruzam.
Na terapia inteferencial, a AMF corresponde às frequências normalmente utilizadas na eletroterapia por baixa frequência. Portanto, temos as vantagens das frequências de média frequência (4.000 Hz - resistência da pele baixa), e estamos dentro da faixa biológica 0,1 a 200 Hz (AMF), faixa esta em que os sistemas biológicos respondem aos estímulos das correntes elétricas. Para compreendermos melhor a vantagem de utilizar um recurso de média frequência precisamos, entender que a pele humana oferece uma alta resistência a passagem de correntes de baixa frequência e de duração relativamente longa do pulso. Além disso, a pele age como uma resistência linear e também como um capacitor. A resistência oferecida por um capacitor à passagem de corrente alternada é chamada de reatância capacitiva. Ela age em combinação com a resistência linear da pele. A reatância capacitiva tem uma característica útil, ou seja, ela decresce a medida que a frequência da corrente aplicada aumenta. Então, se tivermos uma corrente de frequência mais alta, a resistência da pele irá baixar, proporcionando uma estimulação mais eficiente. Além disso, frequências mais altas têm duração de pulso mais curtos, levando a um estímulo mais agradável.
Um tratamento efetivo somente ocorre quando o paciente percebe uma sensação dominante concentrada na área onde o problema se encontra. Em outras palavras, o paciente irá sentir uma significante sensação de formigamento ao redor e na área onde o problema se encontra. Um ajuste da posição dos eletrodos na pele é importante para se conseguir os melhores resultados.
CORRENTES INTERFERENCIAIS PRÉ-MODULADAS (bipolar):
É possível emitir correntes interferenciais ao paciente utilizando dois eletrodos
Ao invés dos quatro convencionais. No modo convencional (tetrapolar-normal) a corrente interferencial é produzida endogenamente (dentro, profundamente) no paciente. No modo bipolar (pré-modulado) a corrente interferencial é aplicada através dos eletrodos para a pele do paciente.
CONTROLE DA AMF:
A AMF, conhecida também por freqüência de batimento ou freqüência de tratamento, pode ser controlada de duas maneiras básicas, que são no modo contínuo, onde o equipamento gera uma única freqüência de batimento que pode ser selecionada pelo operador. Neste método, o aparelho gera uma diferença constante na freqüência entre os dois canais. Enquanto que, no modo “Sweep” (D AMF), o equipamento gera automaticamente a freqüência de batimento dentro de uma faixa pré- selecionada. Esta faixa pré-selecionada é a faixa da freqüência de tratamento, que é automaticamente e ritmicamente aumentada e diminuída dentro de uma faixa de AMF pré-estabelecida. O modo "Sweep" é muito utilizado para se evitar a acomodação.
No modo de varredura (sweep), a eletroestimulação pode ser feita por 3 programas:
A AMF permanece na freqüência básica por um segundo e então muda
abruptamente para a freqüência mais alta, na qual permanece também por um segundo. Isto se repete automaticamente. Este programa é recomendado para
problemas crônicos e subagudos.
A AMF permanece na frequência básica por cinco segundos, passa por todas as outras frequências (dentro da extensão escolhida) em um segundo até alcançar a freqüência mais alta, na qual permanece também cinco segundos. Isto se repete automaticamente. Esta forma de tratamento é indicada para paciente com desordens agudas.
A AMF está continuamente variando. Nos primeiros seis segundos ela cresce passando por todas as frequências dentro da extensão escolhida até alcançar a frequência mais alta, e decresce imediatamente nos próximos seis segundos. Isto se repete automaticamente. Dos três tipos de programas, este é o mais agradável de todos. Este modo é bastante utilizado para se evitar a acomodação.
No modo de interferência bipolar é possível a escolha da AMF de 1 Hz a 200 Hz.
ESCOLHA DA AMF OU FREQUENCIA DE TRATAMENTO: A escolha da AMF depende da natureza, estágio, gravidade e do local do problema. Frequências altas são sentidas como “agradáveis e mais leves”. AMF altas (75Hz a 200Hz) são aconselháveis para problemas agudos, grande dor, hipersensitividade. Em frequências baixas a sensação é mais “áspera e pesada”. Nas contrações musculares, problemas crônicos ou sub-agudos, uma AMF baixa é bem adequada. Freqüências abaixo de 50Hz produzem contrações pulsadas e fibriladas.
STIM. MODE (Modo de estimulação):
- Contínuo: AMF constante. Podem-se utilizar os programas de “Sweep”.
- Srg: Uma vez escolhido a AMF e/ou SWEEP, quando no modo de estimulação SURGE o equipamento introduz as conhecidas "rampas" rise, on, decay e off , que correspondem ao tempo de subida da corrente, tempo de permanência da corrente na frequência mais alta, tempo de descida da corrente e tempo de repouso.
CARRIER (Frequência de portadora):
Podem ser escolhidas as freqüências de 2KHz (2.000Hz), 4KHz (4.000Hz) e 8KHz (8.000Hz). A frequência de 2KHz deve ser utilizada somente nas condições não dolorosas. De maneira geral, todas outras aplicações se utiliza a frequência de 4KHz ou 8KHz.
MODO DE INTERFERÊNCIA TETRAPOLAR:
- O método tetrapolar é usado para tratamento de grandes áreas.
- AMF e Sweep (D AMF) igual ao modo bipolar.
- No modo tetrapolar há possibilidade de escolha do modo de interferência, que pode ser: Normal (estandar), Vetor manual (desbalancear canais) ou Vetor automático.
-Em se tratando de campo de estimulação interferencial, temos:
Campo interferencial estático (tetrapolar normal ou estandar): são necessários quatro eletrodos (dois por canal). Os dois circuitos são colocados na diagonal da melhor maneira possível, sendo que os eletrodos do canal 1 são colocados um de frente para o outro e o mesmo é feito com os eletrodos do canal 2. A estimulação elétrica ocorre no sentido dos dois circuitos (na diagonal). Nesse caso, as correntes devem estar equilibradas.
Campo interferencial dinâmico (tetrapolar com vetor manual ou automático): implica numa rotação do Campo Interferencial Estático de zero a aproximadamente 45 graus retornando novamente para zero. Este “movimento” é produzido ritmicamente pelo desequilíbrio das correntes, alterando a posição da área de máxima estimulação. Pode ser um meio útil em casos onde o paciente apresente sintomas que não são bem localizados.